Blog Urbano

Música Secular e Música Não Cristã: 17 Anos Depois

Por Carlos Rizzon | www.igrejaurbana.com Em 2009, escrevi um artigo que gerou muitos debates. Naquela época, o mundo era outro, mas as perguntas continuam as mesmas. Hoje, em 2026, com o streaming dominando tudo e a “indústria gospel” mais forte do que nunca, sinto que aquelas provocações são mais urgentes hoje do que há 17 anos. Sempre me perguntaram sobre o cristão ouvir ou tocar música não cristã. Em vez de dar uma resposta pronta, prefiro atualizar as perguntas para que cada um examine sua própria consciência: Minha conclusão hoje: Para encerrar esse assunto (de novo), continuo pensando que o que define se você pode tocar na noite, ouvir um som “do mundo” ou ser um músico profissional, são as

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No Meio da Faixa de Pedestres: A Igreja Como Presença Reconciliadora

Se você observar atentamente uma faixa de pedestres em uma grande cidade, perceberá algo fascinante: pessoas atravessam juntas o mesmo espaço físico, mas carregam realidades completamente diferentes. Alguém ali está começando quimioterapia.Outro acabou de perder o emprego.Uma jovem celebra sua sobriedade.Um casal inicia um novo país.Alguém está indo a um funeral.Outro acabou de ser curado. Externamente, apenas uma multidão.Internamente, universos. Essa é a cidade.E é exatamente nesse cenário que a Igreja deve estar. A Cidade Nunca Foi o Problema Desde o Antigo Testamento, Deus não abandonou as cidades. Em Jeremias 29:7, Ele ordena ao povo exilado:“Buscai a paz da cidade… e orai por ela.” O Novo Testamento mostra Jesus caminhando entre multidões, e não isolado delas. Paulo discursa em Atenas.

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O arrependimento Woke

por Carl Trueman Os reformadores delinearam diversas marcas de uma verdadeira igreja: a pregação da Palavra, a administração dos sacramentos e, por vezes, disciplina piedosa e culto bíblico. Hoje, porém, eles precisariam adicionar uma outra: o constante pedido de desculpas ao mundo.Seja um pedido de desculpas pela eleição de Trump, pelo racismo ou por não serem amáveis com a comunidade LGBTQ, cristãos hoje aparentam passar muito do seu tempo se desculpando. Pode-se desculpar alguém que pense que o mundo está indo de mal a pior por causa da igreja e suas falhas, em vez de qualquer coisa que o próprio mundo tenha escolhido fazer. Claro que a igreja, sendo cheia de pessoas ordinárias, por vezes acaba refletindo o comportamento do mundo

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Tempos dificeis!

A palavra “amor” tem muitos significados na língua portuguesa. Podemos falar de amor romântico, amor fraternal, amor de pais para filhos, amor de amigos, amor a Deus, etc. Na cultura grega, os filósofos distinguiam quatro tipos de amor: Se forem meus discípulos amarão uns aos outros Jesus disse aos seus discípulos no evangelho de João (João 13:35) que, se eles quisessem ser seus discípulos, deveriam amar (agape) uns aos outros. Este é um desafio difícil, quase impossivel dentro da perspectiva humana, pois o amor agape é um amor que exige sacrifício e entrega, o amor agape é um amor que não depende de sentimentos ou emoções, mas é baseado na vontade de fazer o bem ao outro. Este é o amor

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Urban Church

URBAN CHURCH: Reflections on a Transformative Journey By Carlos Rizzon The Urban Church: A Journey of Calling, Conviction, and Worship in Spirit and Truth Carlos Rizzon | Belo Horizonte, 22/05/2008 I was blessed with the opportunity to study at the New Orleans Baptist Theological Seminary, in its South Florida branch, where I had the honor of learning from several incredible professors. Among them was the inspiring Pastor and Missionary Luiz Amaro, whose classes on Philosophy and Epistemology applied to the biblical context left a profound and lasting impact on my way of thinking. The following year, I encountered something that would “catalyze” my journey even further: The Catalyst Conference, held in Atlanta, Georgia. Although I wasn’t able to attend in

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Natal

O nascimento de Jesus é um evento extraordinário que dividiu a história da humanidade em AC (Antes de Cristo) e DC (Depois de Cristo). A expressão “plenitude dos tempos”, utilizada pelo apóstolo Paulo nas cartas aos Gálatas, refere-se ao momento escolhido por Deus para enviar Seu Filho ao mundo. Esse período específico na história estava maduro para a vinda do Messias, conforme o plano divino. O contexto histórico desse momento incluiu avanços tecnológicos e eventos que prepararam o cenário para a chegada de Jesus: Apesar dessas condições favoráveis, algumas expectativas messiânicas não foram completamente atendidas. Muitos esperavam um libertador político que restauraria a independência de Israel da ocupação romana. Quando Jesus não correspondeu a todas essas expectativas, alguns ficaram desapontados,

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Deus no ordinário

Deus no ordinário é Deus no simples, no comum, naquilo que tende a acontecer com frequência. Mesmo Deus sendo quem Ele é, decidiu desde sempre a se revelar de forma ordinária. Porém, há nesse paradigma do Deus extraordinário que se revela de forma ordinária, o dilema da incapacidade humana em percebê-lo e ouvi-lo em meio ao simples e ao normal. Isso explica-se por nossa expectativa sempre extravagante e ineditista quanto a manifestação de Deus. Esperamos sempre pela sarça que se queima e não se consome, pelo templo tomado pela fumaça de glória, pelo sinal miraculoso ou ainda pelo anjo que vem do céu com a mensagem Divina. É por essa mentalidade cristã holywoodiana da revelação de Deus que perdemos a

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