Sua Igreja

Obrigado pelo interesse e por querer saber um pouco mais sobre nós.

Aqui é onde explicamos para você a forma como cremos que uma igreja deve operar, claro que há outras coisas envolvidas no processo de se “fazer igreja”, caso queira saber mais entre em contato conosco.

IGREJA URBANA é uma igreja diferente onde você é aceito como é. Pretendemos caminhar juntos com você se assim desejar te ajudando e dando o suporte necessário para você conhecer um pouco mais de Jesus e entender o propósito de Deus para sua vida neste mundo complicado onde vivemos.

Porque o nome Igreja Urbana?

O nome Igreja Urbana revela nosso entendimento do que é ser igreja. Igreja é o corpo místico de Deus se movendo pela cidade, refletindo Jesus em cada ação, 24 horas por dia, 7 dias na semana. Devemos ser igreja mesmo quando não estamos na igreja. Também cremos que devemos ser um canal pelo qual Deus se revela ao mundo, por isto o nome Igreja Urbana — A Igreja conectada com a cidade revelando a de Deus a todos através de um estilo de vida de adoração (João 4:23).

Porque é que a Missão Urbana é tão importante?

  1. O mundo já não é uma aldeia global – é cada vez mais uma cidade global.
  2. Cerca de metade da população mundial vive em cidades – e a proporção está crescendo rapidamente.
  3. Mundo- cidades são caracterizadas pela diversidade e mudança.
  4. Diversidade – porque contêm numerosos étnias diferentes , grupos econômicos e sociais;
  5. Mudança – porque novos grupos estão migrando para eles e novos problemas estão surgindo dentro deles.
  6. A influência da cidade se espalha profundamente subúrbios e áreas rurais , através de jornais , TV, e estilo de vida.
  7. A expansão da Igreja primitiva era muito mais um movimento cidade na cidade. A palavra ” pagão ” originalmente significava “aquele que vive no campo ” .
  8. Nos tempos modernos tem havido um êxodo de igrejas e cristãos a partir do centro da cidade para os subúrbios e além.
  9. Muitas igrejas – edifícios tornaram-se mesquitas ou armazéns de móveis especialmente aqui em Londres.
  10. A maioria do trabalho missionário atual tem sido concentrado fora das grandes cidades do mundo. Últimamente tem havido um aumento do interesse na missão urbana, com muitas organizações missionárias visando grandes cidades do mundo .
  11. Nos últimos 15 anos, “brownfields”*, canteiros de obras foram desenvolvidas , trazendo profissionais de voltar a morar em carentes áreas centrais da cidade , pela primeira vez em um século .
  12. Evangelizar uma capital toca o coração de uma nação. Evangelizar uma cidade de classe mundial envia ondas em todo o mundo, reverbera.
  13. “Londres era o chefe do mundo. Agora o mundo está em Londres” (Ray Bakke ” O cristão Urbano ” , IVP , p. 34)
  14. As cidades são o maior desafio e a maior oportunidade de frente para a Igreja de hoje.
    *Terreno utilizados por grandes indústrias que contaminaram o solo e que agora estão abandonados e muitas vezes tem sido usado como loteamento para abrigar famílias.

Porque uma Igreja Missional?

A Ekklesia, sob normas do Novo Testamento, é um grupo de cristãos que se reúnem, em, para e pelo Senhor Jesus Cristo, exclusivamente. É uma assembléia de crentes comprometidos com sua plena expressão dentro de sua comunidade. Jesus é o sangue que dá vida à ekklesia. Ele é o centro, a circuferência, o conteúdo. Os santos que reúnem como ekklesia em um local perticular, estão consumidos com Cristo e nada mais. A sua meta é fazer a ele visivel em sua comunidade – sua marca é o crescente conhecimento no Senhor – e seu testemunho é um indiscutivel amor de uns para com os outros.

A genuína ekklesia não está centrada em temas, pessoas ou doutrinas. Está centrada em Cristo. A ekklesia existe por uma razão e para um propósito exclusivamente – a indiscutivel supremacía e centralidade de seu Senhor. De fato, desde o ponto de vista de Deus, a igreja é uma pessoa, e não um estrutura. É Jesus Cristo em sua expressão corporal humana.

A Ekklesia goza de vida compartilhada, comunidade. Koinonia é a essência da ekklesia. Esta é uma vida compartilhada, uma Comunidade na qual seus membros gozam de uma irmandade mútua com o Deus triúno e de uns para com os outros.

Jesus introduziu os doze na vida da ekklesia. Isto é, eles aprenderam a relacionar-se como irmãos. Com Ele e entre eles mesmos, em um cenário totalmente informal. Se assentavam a Seus pés e escutavam sua palavras na casa, na praia, ao longo do caminho empoeirado, sobre as montanhas e ao redor da fogueira quando acampavam – fazendo perguntas e respondendo às que Ele lhes fazia ( Marcos 4:10,34; 7:17; Lucas 8:9; 11:1; João 6:3; 9:2.) Os doze participavam consistentemente da irmandade na mesa, partindo o pão ao redor do Filho de Deus ( Mateus 26:26; Lucas 24:41-43). É interessante notar que estas atividades marcariam essencialmente a primeira ekklesia que nasceria uns anos mais tarde. (So you want to start a house church? Frank Viola – Setembro 2002 Ed. Semeadores da palavra- Nota de rodapé)

Atos 2:42

“E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.”

Desta maneira, na primitiva simplicidade que na terra os doze discípulos gozavam com Cristo, constituia-se o embrião da ekklesia. Era como uma sombra que se projetava sobre o que estava por vir: a humanidade participando da irmandade Divina.

Ao contrário de que alguns possam pensar o tempo que Jesus esteve na terra juntamente com os discípulos, Ele Jesus e os discípulos não ficavam na sinagoga ou outro local de reunião que poderiam ter orando e lendo “a Bíblia” o dia todo. O propósito era que eles fossem treinados para exercitar ou por em prática o que estavam aprendendo com ele no dia a dia, vivendo uma vida missional, cumprindo assim o ide de Jesus registrado nos evangelhos.

“Os doze fizeram muito pouco trabalho “espiritual” durante o tempo que Jesus esteve na terra. A maioria das atividades dos doze consistia em trabalhos “mundanos” ou terrenais, tais como administração de hospedagems do ministério intinerante do Senhor, batizar novos convertidos e preparar o alimento para as viagens.

Jesus ensinava a eles a viver a vida humana de um forma divina. E isto foi feito no dia a dia por meio de seu exemplo nas formas mais práticas de orar, administrar, curar *(apresentado aquí da forma correta, como consequência da comunhão com descrito no evangelho de Marcos 15 “estes sinais seguiram aos que crerem – Nota de rodapé), mostrar compaixão, resover conflitos e fazer perguntas.

Mas a parte mais importante consistia em experimentar a vida corporativa sob a liderânça de Cristo. Os doze não somente convivíam com Jesus, mas entre sí, uns com os outros.

E pelo fato de que compartilhavam uma vida comunitária, os doze se encontravam expostos de uma forma dramática.

Neste periodo de três anos de vida em comunidade e comunitária que os apóstolos foram expostos, nos dias de hoje muito evitam o congregar, provavelmente para não se expor, ainda que isto o prive de ser tratado por Deus, neste periodo os apóstolos foram expostos, provados e dados a conhecer aprendendo assim dentro deste ambiente corporatívo as lições valorosas sobre relacionamento, a se suportarem, não simpelsmente o tolerar, mas o dar suporte na fraquesa do outro, paciência, sofrimento, humildade, perdão e compaixão, o embrião da ekklesia foi gerado na Galiléia, no local de treinamento dos doze!

A vida missional deriva deste ambiente de amor, misericórdia e compaixão, cedendo o direito, entregando também a capa (Mateus 5:40), compartilhando o pão (atos 2:42)

Quando se fala em evangelizar na maioria das igrejas locais, deixa sub-entendido que devemos falar às pessoas do amor que Deus nutre pelo ser-humano, a máxima de Franscico de Assis ecoa até os dias de hoje e pode seguramente ser usada: “Prega o evangelho; quando necessário use palavras!”.

Nos dias de hoje quando o evangelho está sendo envergonhado, vendido e escarnecido por muitos grupos se faz necessário aplicarmos este princípio de São Fransciso de assis. Sempre que alguém pertencente a qualquer denominação atual abre a boca para falar de Jesus a alguém , a coisa soa mais como: “A sua igreja não é boa, venha para mimh”; ou “O meu Deus é que é bom, o seu…” ou até quem sabe: “sua religião não serve, seja evangelico.”

Não há como falar em vida missional sem citar Jesus, ele que lançou a semente e treinou os discípulos a vivê-la. No evangelho de João algo muito maravilhoso surgiu de um diálogo, digamos assim, no mínimo impróprio visto a ocasião e os personagens. O pano de Fundo era a entrada da cidade de Síquem, os discípulos de Jesus haviam ido à cidade para comprar provisões, alimentos; neste meio tempo, Jesus chega ao poço de Jacó, se assenta e de repente vem também esta mulher Samaritana para tirar água e Jesus demonstrando sua humanidade a pede água e isto dá ocasião para uma conversa. Jesus a princípio somente pediu água! Naquele tempo o ser Judeu ou Samaritano era mais que simplesmente nacionalidade, era também um indicativo da religião ao que eles estavam vinculados e havia uma disputa muito grande entre Judeus e Samaritanos. Os samaritanos eram uma mistura de casamentos com os Judeus deixados na terra (2 Cronicas 30:6; 30:10; 34:9) com uns colonistas da Babilônia e outras regiões enviados por Shalmanezer, eram Judeus misturados e por isto indígnos. Os Samaritanos tinham um templo próprio para a adoração construido no monte Gerizim, em oposição ao Judeus que o tinha em Jerusalém.

Os estudiosos dizem que os Judeus compraram este templo e o vendeu aos samaritanos, mas de alguma forma, eles, os Judeus os proibíam pela lei de sanhedrim* de usar, ou demostrar qualquer familiaridade com eles, pedindo emprestado ou recebendo qualquer coisa deles, a Mulher Samaritana percebeu pelos seus hábitos e maneira de falar que Ele era um Judeu, e a ela deixa isto bem claro para Jesus: “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?”; se observarmos bem podemos perceber que ela trouxe o assunto religião à tona para Jesus; seria algo como um evangelico dizer: “Não você é espírita e não posso ter amizade com você”. Sei que a maioria vai dizer que estou exagerando, mas é uma triste realidade.

Quando eu ainda vivia nos Estados Unidos e trabalhei com uma moça que era espiríta, o que vim a saber depois de uma semana e pouca de trabalho, numa situação parecida. Havia uma outra moça que trabalhava na mesma equipe que eu e minha esposa e esta era crente, se não me engano era da Assembléia de Deus, e um destes dias de trabalho a dona da empresa, na época com uns 25/26 anos mais ou menos e me pergunta: “Carlos vocês são crentes certo?” Eu respondo que sim, e ela me expõe uma situação seguinte: “A fulana, não me lembro o nome da irmã, me disse que eu vou para o inferno porque eu sou espiríta!”; o que você me diz disto ? Eu disse a ela que discordava, e ela ficou meio que espantada pelo que eu disse e me perguntou como poderia ser isto, duas pessoas que se dizem crentes pensarem de forma tão distinta assim. Eu começei a explicar a esta jovem mulher que eu discordava porque de maneira nenhuma eu poderia chegar a uma pessoa e apresentar a condenação para ela, e continuei dizendo que Deus, o pai havia enviado uma carta de amor na pessoa de Jesus e que ele a amava e desejava muito cuidar dela e disse mais que esta carta de amor morreu por ela numa cruz. Ela meio que sem palavras me disse: Eu nunca tinha ouvido desta forma!! Eu disse mais a ela: Soraya eu não tenho o direito de falar sobre condenação com você porque esta não é a mensagem de Deus, a mensagem de Deus é uma mensagem de amor e que tudo ia depender de como ela respondesse a esta carta de amor.

Eu desviei o assunto de religião e falei do amor de Cristo, da carta de amor de Deus para o ser humano na pessoa de Jesus. Jesus no verso seguinte do capitulo 4 de João fez de conta que não ouviu o que ela falou e disse que tinha algo para ela, algo que poderia transformá-la de uma vez por todas. (João 4:14)

Jesus pois lhe responde: “Se tivesses conhecido o dom de Deus e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe terias pedido e ele te haveria dado água viva”; Claro que Jesus não falava de H2O nesta passagem, mas ele falava de sí mesmo como sendo este dom que daria num futuro próximo a vida em favor de muitos ( Mateus 20:28) o dom inexprimivel descrito em 2 Corintios 9:15, ou o que Paulo se refere na carta aos Efésios no capítulo 4 verso 7. Jesus rompe com alguns paradigmas fortissímos neste texto e este, o de falar com uma Samaritana seria apenas o começo. O anúncio da graça havia sido exposto a esta mulher Samaritana de vida pervertida, a qual teve a felicidade de se encontrar com o Senhor Jesus. Para Jesus e seu reino, pessoas valem mais que regras, litúrgias e sistemas e etc.
A mulher Samaritana num esforço humano de entender o que ele disse, replica ao mestre (v9): “Senhor, tu não tens com que tirá-la, e o poço é fundo; donde, pois, tens essa água viva?”
Como num relacionamento entre duas pessoas, Jesus vai revelando, se descobrindo à mulher Samaritana. No relacionamento com o Mestre cada dia é um dia de aprendizado, onde ele vai se revelando a cada um de nós, com graça, compaixão, amor e misericórdia.certo

Grupos Urbanos

Os Grupos Urbanos são grupos de relacionamentos, cremos que ir à uma casa ou a uma reunião informal é mais facil do que ir a uma “igreja”; Aqui é o local para você levar o seu visitante, fique tranquilo que aqui ninguém vai tentar converter você ou seu amigo. A decisão de seguir a Jesus é algo pessoal.

Ainda dentro do entendimento de uma Igreja Urbana, uma igreja conectada com a cidade, queremos ministrar salvação através do so testemunho pessoal, expressando o amor, compaixão, fé, disponibilidade e outras qualidades inerentes a uma amizade sadía. Plantaremos em cada vida uma semente do reino, até o tempo da colheita.

Nos Grupos Urbanos nos conhecemos um pouco mais e podemos atender às necessidades de cada pessoa. Infelizmente as igrejas se tornaram muito corporativas e as pessoas mal se conhecem, isto sem falar na teología pregada em muitas destas igrejas onde se confessar uma necessidade é ser taxado de pecador, infiel e até ladrão, caso não entregue o dízimo.

Os Grupos Urbanos é o local certo para se desenvolver relacionamentos, inclusive com Jesus, amando a Deus e amando as pessoas, seja benvindo! Se você está em Londres e se interessou em saber mais ou até mesmo em ter um grupo urbano em sua casa ou mesmo participar de um envie um email para: igrejaurbana@englandmail.com

Na Igreja Urbana acreditamos que “conectados somos melhores”

Movimento Urbano

O Movimento Urbano é algo que estamos sonhando já faz um tempo. Ainda não encontramos as pessoas certas para ajudar com esta ferramenta de evangelismo, isto mesmo o Movimento Urbano é uma ferramenta, uma estratégia de evangelismo que utiliza teatro, música, pantomima, mensagem ilustrada, street Dance, Skate, grafite e artes em geral para que de uma forma contextualizada, levar a mensagem do evangelho às pessoas que não vão à “igreja”. O propósito do Movimento Urbano é alcançar as pessoas onde elas estiverem e dizer a elas que Deus as ama e que enviou uma carta de amor ao mundo através de Jesus. No Movimento Urbano encenamos fatos da vida, abordando a necessidade de Deus presente em cada ser-humano, focando sempre valores do reino de Deus. (I Co 09:21 a 23)

Siga este link e leia um pouco mais sobre o Movimento Urbano para você se inteirar mais sobre esta ferramenta. Ainda um sonho para , pois necessitamos recursos para poder por em prática esta estratégia.

Urban Kids

É um ponto de acesso para que as crianças possam ter um encontro com Jesus, identificar seu potencial e obter as ferramentas necessárias para cumprimento do seu chamado. Pode parecer um pouco precoce para você, mas não é; a mídia ataca ferozmente sas criânças todos os dias, incutindo na mente delas valores pervertidos de uma fé secularizada. Aqui toda criança será encorajada a buscar em Deus seu chamado, porque vida cristã não se resume na salvação somente. A salvação não é um fim em sí mesmo, mas um processo de religare com Deus para cumprir um propósito divino na humanidade estabelecendo assim o reino de Deus. Queremos num futuro próximo criar um ambiente favorável onde as crianças poderá desenvolver suas potencialidades no ambito espiritual, intelectual e social.

Na IGREJA URBANA queremos que as nossas crianças encontrem um lugar de aceitação, criando relacionamentos sadios com o próximo e com o Senhor e mestre Jesus.

IGREJA URBANA TEAM

Obs: Caso tenha alguma dúvida procure enviando um email para: prcarlos@igrejaurbana.com, ou caso esteja na Inglaterra, fique à vontade para ligar, o telefone pode ser encontrado aqui mesmo no so site em onde estamos.